Quando um familiar passa a ter prejuízos por causa do uso de álcool ou outras drogas, é comum a família sentir medo, culpa e dúvida sobre o que fazer. A dependência química é uma condição de saúde e precisa de cuidado profissional.
Como conversar com quem está em sofrimento
- Escolha um momento calmo, sem a pessoa sob efeito da substância;
- Fale de preocupação e cuidado, sem acusações ou ameaças;
- Ouça sem julgar e evite comparações e rótulos;
- Combine em família uma mesma postura, para que a mensagem seja consistente;
- Ofereça ajuda concreta, como acompanhar a pessoa a uma consulta.
O papel da avaliação médica
O tratamento começa com a avaliação de um médico psiquiatra, que considera o tipo de substância, o tempo de uso, a presença de outros transtornos e a situação familiar. É essa avaliação que define o melhor caminho, que pode ser ambulatorial ou, em alguns casos, a internação.
Quando a internação pode ser indicada
A internação pode ser considerada quando há risco para a própria pessoa ou para outras, ou quando o tratamento fora do ambiente hospitalar não é suficiente. Ela pode ser voluntária ou involuntária, sempre com indicação médica e conforme a Lei 10.216/2001.
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E a família, como fica?
A família também precisa de cuidado. Buscar orientação, conversar com profissionais e manter a própria rotina ajuda a atravessar esse período com mais equilíbrio.
Para tirar dúvidas, fale com a nossa equipe pelo WhatsApp, (15) 99772-1770, 24 horas por dia, ou use a página de contato.
Este texto tem caráter informativo e não substitui a consulta com um médico.


